Oradores

Depoimentos

Paulo Morais

Professor e investigador na Universidade Portucalense

Paulo Morais nasceu em Viana do Castelo em 1963. É licenciado em Matemática, com um MBA em Comércio Internacional, e doutorado em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade do Porto. Foi dirigente associativo estudantil e iniciou a sua actividade profissional no Ensino Superior. Passou ainda pelo sector empresarial e foi vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, de 2002 a 2005. Regressou então ao ensino e ao seu combate de sempre pela denúncia dos mecanismos de corrupção em Portugal. Foi membro do núcleo fundador da “Transparência e Integridade”, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de foi igualmente vice-presidente. ......

Pedro Ruivo

Solution Advisor for digital transformation at SAP

Pedro Ruivo is a Solution Advisor for digital transformation at SAP and Invited Assistant Professor at the NOVA Information Management School of Universidade Nova de Lisboa. He holds a PhD from the Universidade Nova de Lisboa in Information Management. He has published papers in several academic journals and conferences. He has been developing both professional and academic paths on enterprise management systems from more than fifteen years, in PWC, Navision Software, Microsoft, and currently at SAP. His research interest mainly focus on the business value of Enterprise systems, IoT, Big Data and Blockchain.

Resumo .....

Depoimentos

F. Luís Neves

President at Porto Tech Hub Association, International Business Developer at Critical Software, CEO of oncaring and always an Entrepreneur.

Luís enjoys to unify his extensive experience in leadership, business activities and sponsored innovation through IT. In the last few years he has been fully engaged in the leadership of R&D projects and IT companies either as a founder, entrepreneur or external consultant.
His career has included top-level executive positions in companies across several business and expertise domains – telecommunications, healthcare systems, business intelligence and knowledge management, data quality, customer relationship management, software engineering, software architecture and design, product conception and development.

Nídia Felgueiras

Gestora da Informação e Documentação

Mestre em Informação Empresarial (IPP) e licenciada em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (IPP) encontra-se ligada à área da saúde há mais de uma década, onde iniciou funções na produção de relatórios médicos. Há cerca de seis anos ocupa-se da gestão da área das Entradas num Laboratório de Anatomia Patológica (IMP) cuja atividade consiste no registo e arquivo de dados relevantes num S.I. para avaliação médica de exames anatomopatológicos. Continua a fazer investigação na área de produção documental médica, tema da sua dissertação.

Rasa Pocevičienė - Lituânia

Head and Associated Professor of Management and Communication Department

Rasa Pocevičienė – PhD in social sciences, Head and Associated Professor of Management and Communication Department in Siauliai State College. Area of scientific interests: Information management, Self-directed Education, Adult Education, Innovations in Education, Intercultural Communication and Negotiation.

She has published more than 50 scientific publications, active participation in Erasmus programme and Project work.

Expert of „Epale“ (Electronic Platform for Adult Learning in Europe) for Šiauliai region.  Coordinator of The Duke of Edinburgh‘s Award Programme (DofE) in Šiauliai State College

Patrícia Almeida

Professora e Investigadora na Universidade de Coimbra

Patrícia de Almeida tem licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas e pós-graduação em Leitura, Aprendizagem e Integração das Bibliotecas nas Atividades Educativas pela Universidade do Porto; especialização em Terminologia-Linguística pela Universidade do Algarve; mestrado em Educação e Bibliotecas pela Universidade Portucalense; curso de especialização avançada em Ciência da Informação pela Universidade de Coimbra, onde se encontra a terminar o doutoramento nesta área. É professora e bibliotecária do Ministério da Educação e investigadora do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra - CEIS20. .....

Hugo Moreira

Gestão Documental e Arquivo ESSSM

Hugo Miguel da Silva Moreira nasce na cidade do Porto em 1992. 

Desde 2015 é responsável pela gestão documental e arquivo da Escola Superior de Saúde de Santa Maria no Porto. É mestre em Informação Empresarial pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, pertencente ao Politécnico do Porto. Licenciou-se, em 2014, em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação pela Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão.

Resumo .....

Rui Telmo Ferreira

Gestor de Informação na FADEUP

Rui Telmo Dias Ferreira nasceu em 1975, em Matosinhos. Fez formação entre Lisboa (no ISTEC, onde concluiu o Bacharel em Eng. Informática) e Porto (onde frequentou a Licenciatura em gestão de empresas pelo ISAG, concluiu a Licenciatura em Sistema de Informação e Multimédia pelo ISLA, fez uma pós-graduação em Economia e Gestão da Inovação pela FEP, e concluiu o Mestrado em Informação Empresarial pelo ISCAP). Durante a sua atividade académica foi presidente da associação de estudantes do ISTEC e fez parte dos órgãos sociais da FAP. .....

Miguel Matos

Gestão Documental e Arquivo ESSSM

Miguel Matos possui MBA - Executive pela Porto Business School , é fundador da APAMM, uma empresa de serviços virada para a consultoria e assessoria de gestão.

Paulo de Morais nasceu em Viana do Castelo em 1963. É licenciado em Matemática, com um MBA em Comércio Internacional, e doutorado em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade do Porto. Foi dirigente associativo estudantil e iniciou a sua actividade profissional no Ensino Superior. Passou ainda pelo sector empresarial e foi vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, de 2002 a 2005. Regressou então ao ensino e ao seu combate de sempre pela denúncia dos mecanismos de corrupção em Portugal. É professor universitário e investigador na Universidade Portucalense. Foi membro do núcleo fundador da “Transparência e Integridade”, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, da qual foi igualmente vice-presidente. É presidente da Frente Cívica. Foi perito no Comité Europeu Económico e Social num parecer de iniciativa sobre publicidade infantil e para a questão da utilização das novas tecnologias na promoção da transparência na gestão pública. É perito do Conselho da Europa em missões internacionais de consultoria sobre boa governação pública, luta anti-corrupção e branqueamento de capitais. Foi candidato à Presidência da República em 2016.

 

Patrícia de Almeida tem licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas e pós-graduação em Leitura, Aprendizagem e Integração das Bibliotecas nas Atividades Educativas pela Universidade do Porto; especialização em Terminologia-Linguística pela Universidade do Algarve; mestrado em Educação e Bibliotecas pela Universidade Portucalense; curso de especialização avançada em Ciência da Informação pela Universidade de Coimbra, onde se encontra a terminar o doutoramento nesta área. É professora e bibliotecária do Ministério da Educação e investigadora do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra - CEIS20. Desenvolve investigação maioritariamente no âmbito da organização e gestão da informação e do conhecimento, tendo publicações e participações em conferências internacionais.

 

Rui Telmo Dias Ferreira nasceu em 1975, em Matosinhos. Fez formação entre Lisboa (no ISTEC, onde concluiu o Bacharelato em Eng. Informática) e Porto (onde frequentou a Licenciatura em gestão de empresas pelo ISAG, concluiu a Licenciatura em Sistema de Informação e Multimédia pelo ISLA, fez uma pós-graduação em Economia e Gestão da Inovação pela FEP, e concluiu o Mestrado em Informação Empresarial pelo ISCAP). Durante a sua atividade académica foi presidente da associação de estudantes do ISTEC e fez parte dos órgãos sociais da FAP. Como atividade profissional desempenhou diversas funções, entre as quais comercial na ATM Informática, lecionou a disciplina de introdução à informática durante dois anos na Escola Secundária dos Carvalhos, foi responsável pela comunicação no Alban Office – Grupo Santander, foi analista/programador na FEUP durante 16 anos. Foi membro do conselho de representantes da FEUP e do comissariado social. Atualmente é Gestor de Informação na FADEUP (Faculdade de Desporto da UP), Customer Information Managment na RESIZE e membro do conselho coordenador para a UPDIGITAL.

 

Resumos

Paulo Morais

Políticas Públicas Transparentes e Escrutináveis

A transparência é definida como o acesso irrestrito do público a informações de interesse e confiáveis sobre decisões e desempenho no setor público. Do ponto de vista dos cidadãos, a divulgação de informações públicas é também uma questão de responsabilidade dos agentes públicos. É nesse sentido que se inscrevem as iniciativas de Open Data and Open Government, que permitem o acesso a informação que permite a responsabilização de funcionários públicos e, por essa via, permite também reduzir a corrupção, um fenómeno social que perdura na cultura portuguesa.
Assim, a par de uma política de privacidade dos dados pessoais dos cidadãos, devem existir políticas de divulgação sistemática de dados quepermitem a transparência e a avaliação da gestão pública.

 

Luís Neves

Big Data, Artificial Intelligence, Machine Learning”: Domínios Cruzados

 

Os domínios da “Inteligência Artificial” e do “Machine Learning” têm vindo a ganhar uma enorme popularidade nos dias de hoje.

No entanto, a sua génese remota aos anos 50. E os fundamentos de ambas as disciplinas consolidaram-se fortemente, em termos computacionais, nos idos anos 90.

O que aconteceu entretanto para que esta popularidade crescente e quase omnipresente destes dois domínios seja agora uma realidade? Porque se tem vindo a tornar tema de uma simples “conversa de café”? Porque está a povoar o nosso imaginário de forma tão intensa?

 

Pedro Ruivo

“Big Data, Artificial Intelligence, Machine Learning”: Domínios Cruzados

 

Os domínios da “Inteligência Artificial” e do “Machine Learning” têm vindo a ganhar uma enorme popularidade nos dias de hoje.

No entanto, a sua génese remota aos anos 50. E os fundamentos de ambas as disciplinas consolidaram-se fortemente, em termos computacionais, nos idos anos 90.

O que aconteceu entretanto para que esta popularidade crescente e quase omnipresente destes dois domínios seja agora uma realidade? Porque se tem vindo a tornar tema de uma simples “conversa de café”? Porque está a povoar o nosso imaginário de forma tão intensa?

 

Rasa Pocevičienė

OPPORTUNITIES AND CHALLENGES OF KNOWLEDGE MANAGEMENT ON ELECTRONIC PLATFORM FOR ADULT LEARNING IN EUROPE

Knowledge and their management are vitally important for all firms and organizations in the contemporary world. The ability to create, acquire, integrate, deploy distributed knowledge is fundamental organizational capability. for successful functioning firms and organizations must not only exploit already existing knowledge, but must also invest into permanent exploring and creating new knowledge as strategic options for future development and competitive advantage.
In this case the knowledge systems especially specialized are very important and useful. Of course, such knowledge systems create a lot of opportunities for users but at the same time raise some challenges and problems also (for example, lack or limits of knowledge managing, information seeking, self-directed learning and other skills). In this presentation opportunities and challenges of such knowledge management are analyzed on the bases of the Electronic Platform for Adult Learning in Europe (EPALE). The exceptional feature of this platform is that active users can not only use the information, but also create or reconstruct, in other words, manage, the content of the platform also
Aim of the platform is to become the main reference point for adult learning professionals in Europe. It offers a place to meet and discuss important adult learning topics, as well as to exchange ideas and materials to support professional practice. This type of community platform is the first of its kind for the sector of adult learning, especially non-formal.
The research deal with the main aspects of the development of knowledge and e-learning management system in an institution or organization based on content analysis of scientific sources, documents and analysis of empirical data.

 

Patrícia Almeida

A TEORIA DO BIG DATA

O desafio da contemporaneidade de encontrar a individualidade num mundo massificado é equiparado ao desafio para os profissionais da informação de (fazer) encontrar a singularidade num mundo de Big Data. O crescimento informacional tem estado na origem de grande volume e variedade de dados em diferentes domínios sociais, pelo que novas perspetivas estão a ser necessárias para a representação, a organização e a recuperação da informação. A teoria que suporta o momento Big Data é variada, no entanto uma tem merecido destaque na literatura, enquanto modelo para a estruturação e localização da informação: a teoria facetada. Neste contexto, tem-se como objetivo verificar se a teoria facetada é eficaz na recuperação veloz de informação verdadeira e com valor. Para tal, propõe-se um caso prático, concretamente a consulta de duas páginas de comércio eletrónico, uma nacional e outra internacional, em busca de um determinado item. Os resultados mostram que os sistemas facetados trazem bastante exatidão e validade, em tempo quase imediato, mesmo em grandes e variados volumes de dados. Conclui-se que a teoria facetada é (a) adequada ao momento Big Data.

 

Nídia Felgueiras

PRÁTICAS DE NORMALIZAÇÃO EM SAÚDE: RELATÓRIOS MÉDICOS EM IMAGIOLOGIA

A comunicação que se propõe resulta de um percurso de investigação que começou com a prática quotidiana da investigadora, que durante quatro anos produziu relatórios médicos em duas organizações privadas de saúde e que posteriormente decidiu aprofundar os seus conhecimentos no Mestrado de Informação Empresarial, consciente que as empresas com prática de imagiologia médica produzem informação, mas que muitas vezes não a cuidam devidamente por lhes faltar a sensibilidade do olhar de um profissional da Ciência da informação. Do seu exercício profissional emergiram práticas e visões específicas das Ciências da Saúde que foram cruzadas com a formação da investigadora na Ciência da informação.
As pontes entre estas duas áreas do saber levam-nos a questionar Por que é que o relatório médico em imagiologia, enquanto fonte de informação para o diagnóstico, exige normalização e tratamento de informação?
Como qualquer percurso de investigação, também o nosso começou com a visão objetiva de estudar um tema, questionar realidades, obter informação para responder às questões levantadas e cruzar a informação recolhida com o os textos bibliográficos já produzidos para alcançar novas teses que fazem o conhecimento científico avançar. Porém, nesta investigação optamos por acrescentar-lhe um olhar mais subjetivo. Um olhar de dentro para fora que completa os olhares científicos que partem de fora para dentro, porque as duas perspetivas não se excluem, mas complementam-se.
Considerando como objeto de estudo o Relatório Médico em imagiologia, esta investigação encontra-se situada entre duas áreas do saber, a Ciência de Informação e as Ciências da Saúde (mais designadamente no âmbito da imagiologia). O Relatório Médico em imagiologia é um documento textual, físico e/ou digital, sigiloso, com caráter legal, que compreende informação médica relativa a um (ou vários) exame(s) médico(s) de um utente e que têm como principal objetivo fornecer dados/indicadores para o diagnóstico médico especializado.
Com esta investigação, pretende-se posicionar o objeto de estudo, documentar a sua génese intelectual e material, refletir sobre todo o fluxo informacional do documento, revelar a importância das suas fases de produção e de normalização.
Foram realizados levantamentos bibliográficos e abordagens reflexivas sobre a importância e produção do relatório médico, que depois foram cruzados com estudos de caso baseado em diferentes instituições, onde a experiência profissional do médico (produtor intelectual) e datilógrafo (produtor material) nos elucida sobre a temática apresentada e nos permitiu entender práticas e fluxos informacionais.
No final do estudo analisamos o papel do datilógrafo como produtor material do relatório médico, salientando-se a sua consciência ética e profissional e sugerindo um conjunto de boas práticas no âmbito da elaboração e normalização de relatórios médicos em imagiologia.
A maior riqueza de uma investigação advém do cruzamento de olhares, do partilhar de perspetivas e da realização das interligações entre ciências distintas que se entrelaçam mostrando que o conhecimento está mais unido do que separado, da realização que o espaço entre as Ciências Humanas e as Ciências Exatas não é feito de barreiras, mas sim por constantes pontes.

 

Rui Telmo Ferreira

A GESTÃO COLABORATIVA DA INFORMAÇÃO, NUMA ESTRUTURA DE SERVIÇOS PARTILHADOS

A gestão colaborativa da informação é muito utilizada por organizações em várias áreas de atuação, como no marketing, na indústria, nas tecnologias da informação e, até, na saúde. Este tipo de prática pode ser, realmente, benéfica para uma organização (nomeadamente, uma empresa), desde que seja convenientemente utilizada. Nesse intuito, em Maio de 2009, o Centro de Recursos e Serviços Comuns da Universidade do Porto (CRSCUP) passou a ter autonomia administrativa e financeira, tendo como principal vocação fornecer serviços de apoio que sejam comuns às unidades orgânicas da Universidade do Porto (UP). Este centro passa a ter uma visão de serviços partilhados sendo conhecido, atualmente, por Serviços Partilhados da Universidade do Porto (SPUP).
A concentração natural, ao nível da Gestão da Informação e dos repositórios de dados, obriga a um grande desafio por parte dos SPUP e das escolas, já que grande parte da informação, procedimentos e história de cada uma das entidades constitutivas, passa a ser centralizada num único serviço que a agilizará de forma a uniformizar todos os processos e o acesso à informação.
A escola em estudo é a Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP) que, abrangida por estas alterações estruturais, verificou que necessita de acesso total e constante à informação gerada dentro e fora da sua organização, de forma a ter a possibilidade de otimizar os recursos e de melhorar as suas decisões, transformando-a em vantagem competitiva. A exigência dos seus estudantes e clientes, bem como o aumento da competitividade neste mercado do ensino, força as instituições a inovarem e a apostarem num caminho com foco nos negócios. A criação de novos produtos, um marketing mais direcionado e tomadas de decisão mais acertadas e rápidas, podem ser cada vez mais uma realidade graças ao Big Data e ao cruzamento de informações entre as diversas fontes de dados que estão ao seu dispor e que são geridas, nesta situação, pelos SPUP.
Assim, pretende-se, identificar e compreender, de forma clara, todas as práticas de gestão de informação associadas, de forma a identificar possíveis dificuldades ou problemas, para que se possa promover a sua otimização e potenciação através do uso da tecnologia e de ferramentas de trabalho com base na informação existente.

 

Hugo Moreira

 

IMPLEMENTAÇÃO DE UM NOVO MODELO DE GESTÃO DOCUMENTAL NUMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

Com o aumento exponencial da documentação existente nas organizações e a informação a assumir, cada vez mais, um papel crucial no desenvolvimento das mesmas, é um imperativo que as empresas adotem sistemas de gestão documental como suporte à gestão da informação que geram e utilizam. As organizações registam todos os seus acontecimentos e factos em documentos que, possuem valor informativo e, frequentemente, probatório ou legal, e que constituem a memória da instituição, independentemente de os recursos humanos terem sofrido alterações, por exemplo, ao nível de mudança de funções ou cargos. Para tal, a informação deve ser gerida de forma funcional, de forma a que não haja perda de documentos úteis, sendo por isso necessária a aplicação de uma gestão, preferencialmente, na nuvem que armazene o conteúdo de todos os documentos e que, através daquela, permita perceber em que contexto cada documento foi produzido e tratado.
A informação que não é estruturada gera problemas quer ao nível do desempenho, quer ao nível do armazenamento e da produtividade das organizações. Acrescenta-se a estes problemas a falta de uma classificação correta que leva a irremediável perda de documentos, ou, até mesmo, à redundância de versões. A implementação de uma aplicação de gestão documental foi realizada na Escola Superior de Saúde de Santa Maria, no Porto, onde se pretendia perceber se a tomada de decisão é também afetada, pois, o tempo que é perdido na criação, na pesquisa e na difusão de informação, leva a que muitas organizações percam o nível da competitividade perante organizações, concorrentes quando se trata de empresas ou organizações com fins lucrativos).
Atualmente, as organizações necessitam de mudar de estratégias a nível da gestão da informação, pois, apesar do desafio que envolve o processo de aplicação de um sistema de gestão documental diferente daquele que as mesmas possuem, os resultados são compensatórios e são vistos de uma forma positiva por quem utiliza estes sistemas evoluídos e adequados às necessidades dos colaboradores das entidades.
Assim, e para além destes fatores, o tempo despendido na pesquisa de informação será menor, o colaborador não necessita de se encontrar nas instalações, a tomada de decisão será potenciada pelo acesso à informação correta no tempo certo, há a possibilidade de efetuar cópias de segurança e, ainda, de facilitar a comunicação e a colaboração através dos fluxos de trabalho.